Prêmio Rodrigo Melo Franco Andrade homenageia a cultura do Nordeste

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Inscrições estão abertas para ações de preservação e salvaguarda

Estão abertasaté o dia 15 de agosto, as inscrições para a 34ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, iniciativa que reconhece ações de excelência na preservação e salvaguarda do Patrimônio Cultural. Promovida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é a maior iniciativa nacional na área.

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2021 homenageia o Patrimônio Cultural do Nordeste, mas podem ser inscritas propostas de todo o território nacional. Desde a criação em 1987, a premiação vem se aperfeiçoando e estabelecendo temas que refletem a evolução das políticas de valorização e proteção dos bens culturais.

Poderão concorrer à premiação de R$ 20 mil ações desenvolvidas no âmbito do Poder Público, cooperativas e associações formalizadas, redes e coletivos não formalizados, pessoas físicas, microempreendedor individual e microempresa. Fundações e empresas privadas poderão ser indicadas à menção honrosa, segmento no qual não há remuneração em espécie.

Para participar, os proponentes deverão preencher o formulário de inscrição, disponível no site do Iphan. As ações serão avaliadas, inicialmente, nas comissões estaduais, compostas por representantes das diferentes áreas culturais de cada estado e presididas pelos superintendentes. Iniciativas vencedoras na etapa estadual serão analisadas pela Comissão Nacional de Avaliação, formada pela presidência do Iphan e por 20 jurados que atuam nas áreas de preservação ou salvaguarda do Patrimônio Cultural. O resultado da etapa regional está previsto para final de outubro. Já as dez ações vencedoras em nível nacional e as duas menções honrosas serão divulgadas em dezembro. As ações podem ser inscritas em duas categorias:

Categoria 1 – podem ser inscritas ações de excelência na integração entre as dimensões material e imaterial do Patrimônio Cultural, cujos resultados possam ser analisados relativamente ao ano de 2019 e 2020;

Categoria 2 – podem ser inscritas ações de excelência na preservação e salvaguarda do Patrimônio Cultural adaptadas ao contexto da pandemia, cujos resultados possam ser analisados relativamente ao ano de 2020.

O nome do Prêmio é uma homenagem ao advogado, jornalista e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, nascido em 1898, em Belo Horizonte (MG). Entre 1934 e 1945, período em que Gustavo Capanema era ministro da Educação, Rodrigo integrou o grupo formado por intelectuais e artistas herdeiros dos ideais da Semana de 1922, quando se tornou o maior responsável pela consolidação jurídica do tema Patrimônio Cultural no Brasil. Em 1937 esteve à frente da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), atual Iphan, o qual presidiu por 30 anos.

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